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As comunicações terão duração de 15 min e decorrerão, em simultâneo, em duas ou mais salas. Serão agrupadas por tema de modo a promover o debate em torno das questões levantadas em cada uma das salas. Gostaríamos de apelar a que os professores apresentem comunicações onde relatem experiências que tenham levado a cabo com os seus alunos.

Se pretende apresentar uma comunicação, preencha, na ficha de inscrição, os campos referentes ao título e um breve resumo da experiência. A Comissão Organizadora confirmará a aceitação da mesma.

As salas onde decorrem as comunicações estão equipadas com:

  • computador;
  • Microsoft Office 2003;
  • acesso à Internet;
  • projector de dados.

Caso seja necessário mais algum material deve incluir essa informação no fim do resumo.



(C20) - TIC, Matemática e Gastroenterite

Arlindo Pereira
Escola Secundária D. João II

 Partilha de metodologias utilizadas pelos professores da Escola Secundária D.João II envolvidos no Plano de Acção para a Matemática.

Palavras-chave:

  • Geometria e Geogebra
  • Globalização, Incerteza, Escassez e Abundância, Progresso Social, Paridade,...   
 
(C19) - Oficina Dr. PC

Vânia Patrícia Pires Ramos Janela
Escola Secundária de Sampaio

Projecto desenvolvido no âmbito do 2º ano da Profissionalização em serviço pela professora Vânia Janela. Trata-se da dinamização de uma oficina de diagnóstico e repação de equipamentos informáticos pelos alunos das turmas do Curso Profissional de Informática. O objectivo principal é atribuir uma vertente prática ao curso, contribuindo para a manutenção do parque informático da escola (em colaboração com a Equipa TIC) e para diagnosticar e reparar equipamentos de elementos da comunidade escolar (alunos, professores e funcionários). 

 
(C18) - Utilização de software para construção de Modelos Moleculares

Sérgio Coelho
Escola Secundária de Alcácer do Sal

Nesta comunicação apresentarei  uma actividade levada a cabo no âmbito da componente de química do programa de Física e Química A, bloco I. A actividade consiste  na utilização de software específico que permite a atribuição do nome a hidrocarbonetos em função da sua estrutura e da construção de estruturas tridimensionais de hidrocarbonetos a partir do seu nome.  A experiência que relatarei foi realizada individualmente pelos alunos e os resultados  foram partilhados e visualizado de forma dinâmica, por todos, via plataforma Moodle.

 

 
(C17) - Onde está o apagador?!

Paulo Jorge Bagorro
Escola Secundária c/3º Ciclo de Pinhal Novo

De todos os recursos educativos que temos hoje ao nosso dispor, o quadro negro, deverá ser aquele que teve menor, ou nenhuma, evolução tecnológica. Ora, até este símbolo de uma Escola de outrora está quase de partida. Deixará de ser uma superfície na qual se apresenta informação estática, para quadros onde a informação passa a ser dinâmica. A chegada de um número massivo de quadros interactivos (QI) para as nossas salas de aulas, como referido no PTE, leva-nos a não temê-los mas sim a tentar dominá-los. O que se poderá equacionar é se este novo recurso tecnológico servirá para desenvolvermos ou aperfeiçoarmos metodologias novas ou servirá simplesmente para termos um upgrade do quadro negro. A maioria dos estudos já efectuados apontam para “impactos significativos na visualização, compreensão, motivação e no interesse nas aulas por parte dos alunos” (Costa Meireles, Alcides - FCUP). Sendo professor de Físico-Química, e utilizando este recurso nas minhas aulas, deixei de dizer frequentemente o “imaginem” e passei a utilizar o “vejam”. 

 
(C16) - Galeria Virtual

Maria José Parreira Pereira Lopes de Simas
Escola Secundária D. João II

O programa de inglês do 12º ano, nível 8, apresenta muitas sobreposições com o de francês de nível 6, razão pela qual resolvemos aproveitar parte do 3º período para alargar os nossos conhecimentos de arte ocidental do pós 2ª guerra mundial e adquirir simultaneamente alguns conhecimentos de edição de vídeo. O resultado foi uma galeria virtual dedicada ao hiper e foto realismo, com locução das alunas que fizeram a pesquisa e seleccionaram os artistas apresentados. Inteiramente concebido e apresentado em língua inglesa, o produto final assume-se como o primeiro passo de um processo criativo que se pretende profícuo e diversificado.

 
(C15) - AmbienTIC- As TIC em projectos Multidisciplinares

Fernanda Ledesma
Escola Secundária D. João II

O objectivo central deste projecto foi promover a educação ambiental utilizando as TIC. O projecto AmbienTIC foi desenvolvido com o 8ºD, na Escola Secundária D. João II.
A nossa escola tem grandes espaços verdes e muitas árvores, que tornam o espaço mais agradável e acolhedor.
Assim, dividimos a turma em grupos, cada grupo escolheu uma área de actuação, de forma a poderem intervir e contribuir para a melhoria do ambiente na escola.
As TIC tiveram um papel fundamental em todo este processo, porque foi necessário fazer cartazes, panfletos, cartas, apresentações electrónicas e pequenos vídeos. Todas as actividades foram geridas utilizando a plataforma Moodle como meio de interacção e discussão das decisões entre alunos e professora. Dinamizámos um blogue onde colocámos as actividades que realizámos. Participámos no programa “Connectando com mundos” onde no decorrer de várias semanas partilhámos actividades com escolas de outros países, no âmbito do mesmo tema.  
O projecto foi implementado promovendo a articulação entre várias disciplinas. Como se pode verificar utilizámos diferentes recursos no mesmo projecto.
 http://ambientic.blogs.sapo.pt/ 

 
(C14) - Websites escolares: panem et circenses

Rui Antunes Correia
Escola Básica Integrada Sto. Onofre, Caldas Rainha

Não é preciso realizar sondagens de opinião para perceber que a maior parte de nós concorda que uma escola deva possuir um website. Num website podem figurar numerosas possibilidades de comunicação entre os utentes de uma escola e os seus profissionais: notas, ementas, informações, faltas, correio electrónico, horários, constituição de turmas, legislação, critérios de avaliação, vitrines, horários de serviços, atendimentos, notícias, calendário escolar, minutas, caixa de sugestões, actividades de área de projecto, galeria de arte, desporto escolar, visitas virtuais, páginas de departamentos, de estágios, de grupos, de professores, de associações de pais e de estudantes, páginas de alunos, planos de emergência, orçamento, manuais adoptados, projecto educativo, visitas de estudo, órgãos de gestão, jornal escolar. Não é difícil compreender que todas estas informações são exactamente tudo aquilo que nós, não agora como professores, mas como cidadãos, pais e encarregados de educação, desejamos encontrar num website da escola dos nossos miúdos. Então, se assim é, por que temos nós os websites escolares que temos? 

 
(C13) - Por uma escola com apoio sem fronteiras

Renato Paiva
Colégio Campo de Flores

No sentido de promover uma escola em que se quebrem as barreiras físicas da sala de aula, o Colégio Campo de Flores implementou um projecto inovador de integração de práticas pedagógicas envolvendo as novas tecnologias. A implementação de uma Plataforma de Aprendizagem foi o ponto de partida para um projecto que envolve desde educadores de infância a professores na promoção de práticas sustentadas s significativas com recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação. A preparação dos intervenientes foi a grande preocupação neste arranque, tentando equilibrar expectativas, experiências, angústias e receios de todos os profissionais do colégio.  

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(C12) - Um futuro de medo ou um medo do futuro? uma perspectiva global da seg. infantil na Internet

Vanessa Sequeira
www.futuroseguro.org

Numa época em que muito se fala dos perigos associados à utilização das novas tecnologias, a opinião pública oscila entre a total inconsciência face ao perigo e o pânico limitador, entre o abandonar os jovens frente ao computador e o impedir-lhes o acesso ao progresso. Como podemos permitir aos nossos alunos que disfrutem da tecnologia sem medo? Qual o papel da escola neste temível mundo novo? Deverão os professores assumir o comando desta batalha? Estarão preparados para tal? Estas e outras questões serão abordadas desde um ponto de vista exterior mas não alheio à sociedade escolar, por uma formadora em Internet e Segurança Infantil, ex-professora do ensino básico. 

 
(C11) - Tornar os PC''s do CRE eficientes e sem manutenção com Linux

Carlos Alberto Cruz Martins Carvalho
Escola Secundária de Pinhal Novo

Os PC''s de qualquer CRE (Centro de Recursos Educativos), levantam alguns desafios de importante resolução: - acesso à Internet; - acesso a programas de Office; - acesso a dispositivos amovíveis; - impressão de trabalhos; - manutenção dos equipamentos. A solução adoptada com recurso ao Linux, não só permitiu dar resposta a todas estas solicitações, como também não ter que fazer qualquer tipo de manutenção nas máquinas instaladas no CRE. Os PC''s nunca ficam com vírus, nem desconfigurados ou mais lentos, havendo a confiança de que vão funcionar sempre, desde que não haja nenhuma avaria de hardware. Nos últimos doze meses de funcionamento com esta implementação, a manutenção necessária resumiu-se a 20 minutos, gastos na troca de duas placas de rede avariadas. 

 
(C10) - Um blog como ferramenta educativa numa turma de CEF

Maria Manuela Araújo da Costa Gomes Sequeira
Secundária com 3º Ciclo Arqtº Oliveira Ferreira
Arcozelo, Vila Nova de Gaia


A minha apresentação baseia-se no trabalho desenvolvido com uma turma dos cursos de educação formação - empregado de bar - no âmbito da disciplina de Cidadania e Mundo Actual, utilizando um blogue como ferramenta educativa para a partilha de conhecimentos.

 
(C9) - "espere stora ja ta kuase a ir, mais daki a nd"

Maria Leonor Moreira
E.B. 2, 3 de Aranguez

O papel do e-mail e da plataforma Moodle no processo da escrita. Relato de uma experiência de produção e aperfeiçoamento de textos, com alunos de 6º ano, no âmbito da aula de Língua Portuguesa. Consequências ao nível da comunicação, da relação pedagógica, do processo de escrita e da avaliação. 

 
(C8) - O projecto ConTIG - Tecnologias de Informação Geográfica nos ensinos básico e secundário

Madalena Mota & Maria Eugénia Cabrita
Escola Secundária de Palmela / Escola Secundária de Pinhal Novo

As Escola Secundária de Pinhal Novo e Maria Amália Vaz de Carvalho são parceiras num projecto financiado pelo Ciência Viva chamado ConTIG. Para além destas escolas a empresa ESRI é também parceira do projecto que é coordenado pelo ISEGI-UNL (entidade beneficiária do projecto). Este projecto pretende promover o ensino experimental das ciências através do desenvolvimento de metodologias de aprendizagem suportadas pelo uso de Tecnologias de Informação Geográfica (TIG).

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(C7) - MatemaTICar

Maria João Mendes Vieira
Escola Secundária Santo André, Barreiro

Os currículos de Matemática do ensino secundário prevêem a integração das TIC, como ferramenta pedagógica. No entanto a grande maioria dos professores, condicionados pela existência de avaliação externa (exame), continua renitente na sua utilização regular em sala de aula, mantendo o estigma de que é “difícil cumprir o programa”.
Na comunicação serão apresentados alguns materiais para a Matemática B, que foram testados com alunos do curso Cientifico-Humanístico de Artes Visuais, assim como a análise resultante da utilização dos mesmos e sua contribuição para a gestão do programa.

 
(C6) - Joomla uma solução ou uma alternativa?

Luís Manuel da Silva Franco
EB23 Mouzinho da Silveira

Durante muitos anos os editores de HTML WYSIWYG, (FrontPage, Dreamweaver ou outros) apresentaram-se como a “solução” para a quem queria criar sites. Com maior ou menor dificuldade os utilizadores conseguiam criar páginas web e as vantagens pareciam sobrepor-se às desvantagens. Mas para alguns as dificuldades não vinham da utilização do software, mas do desejo de mais…

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(C5) - TIC na educação Pré-Escolar

Paula Macedo e Luís Dourado
Jardim de Infância nº 2 do Alto Seixalinho/Escola Secundária Augusto Cabrita 

A nossa comunicação baseia-se em duas partes distintas mas que se interligam, ou seja, apresentamos a ferramenta de construção de conteúdos educativos e a sua aplicação prática numa sala de Jardim de Infância. O Jclic consiste numa ferramenta de construção de conteúdos educativos, de distribuição livre, que tem vindo a ser desenvolvida pela Universidade da Catalunha nos últimos de dez anos.  

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(C4) - Os fóruns como percursos de aprendizagem

Miguel Figueiredo
Escola Superior de Educação de Setúbal

Na primeira parte serão apresentadas diversas possibilidades de utilização de fóruns para ampliar, alargar e diversificar situações de aprendizagem em que os actores se envolvam e se constituam numa comunidade. Na segunda parte será relatada uma situação concreta vivida com estudantes do ensino superior, no âmbito de uma das suas disciplinas. Numa situação escolar de regime presencial, a utilização de fóruns permitiu aos estudantes continuar a trabalhar para essa disciplina mesmo numa época em que o calendário escolar previa uma interrupção das actividades lectivas presenciais. 

 
(C2) - As TIC na Escola "Utopia ou Realidade?" II

João Grácio
EB1 Foros do Trapo

Com esta apresentação, pretendo mostar o trabalho desenvolvido por mim e pelos meus alunos de 4. ano de escolaridade, durante dois períodos lectivos (2006/07 e 2007/08) com recursos a blogs, moodle, webpages e utilização efectiva do computador na sala de aula (textos, gráficos, pesquisas), como ajuda preciosa e essencial ao processo de ensino aprendizagem. 

 
(C1) - Sementes de... Scratch?

Teresa Martinho Marques
EB 2/3 de Azeitão

O trabalho continuado de investigação e aperfeiçoamento das linguagens e ambientes de programação para jovens, desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology (MIT) produziu finalmente a ferramenta Scratch - ambiente gráfico de programação inovador, que permite trabalhar cooperativamente e utiliza media diversificados (foi divulgado publicamente em Maio de 2007). O Scratch  (cujo slogan é imagina, programa, partilha) foi concebido e desenvolvido como resposta ao problema do crescente distanciamento entre a evolução tecnológica no mundo e a fluência tecnológica dos cidadãos e pensado, igualmente, para promover um contexto construcionista propício ao desenvolvimento da fluência tecnológica nos jovens, a partir dos oito anos, e das competências ditas "para o século XXI", nomeadamente a resolução de problemas. 

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